A dor do desemprego
04/10/2015

A dor do desemprego

Não dá para eu pensar de forma diferente, o desemprego no País é uma tragédia de proporções catastróficas. O dia dia real do Brasil, nesse tempo de pandemia, é cada vez mais desigual, onde a pobreza é devastadora, e a fome criou tentáculos para abraçar milhões de brasileiros. A violência da perda do emprego tem arrancado a dignidade de perto de 15 milhões de trabalhadores, gerando à falta de comida na mesa, a depressão e angústias.
Não uso apenas uma metáfora, acredito que o trabalho é sim uma forma de dar dignidade às pessoas porque ele possibilita terem renda e assim adquiram bens e bens e serviços que são necessários à sobrevivência.
Nesse momento de crise sanitária, vejo que a única medida para amparar os trabalhadores sem ocupação é o auxilio de renda emergencial. O governo federal tardou em dar a ajuda econômica, deu R$ 600 no ano passado, que já era pouco, e agora nesse ano reduz para R$ 250. Um valor que devido a infração que invade as prateleiras não é suficiente para comprar a mais básica cesta de alimentos.
A matemática simples, de quem cursou humanas como eu, não dá resultado incerto nessa análise: um auxílio emergencial digno, que supra as necessidades dos trabalhadores brasileiros desempregados, ajudaria na recuperação financeira do País, com maior gasto da população, circulação do dinheiro, maior consumo, mais investimentos, mais tributos e o mais importante a geração de empregos.


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